Landing Pages: Divulgação, Repercussão e Eficiência em apenas 3 cliques!

Mais uma inovação da Mito Freelance!!!

Certamente você já ouviu falar de Fan Pages, Landing Pages, Pesonalizações de facebook e essas coisas… Correto! Porém, estamos falando de algo um pouco mais a frente!

O que você acharia se te disséssemos que é possível criar, dinamizar e integrar sua página do facebook com o twitter? E se fossemos além… disséssemos que você pode adicionar alguma espécie brinde para os visitantes de sua página assim que eles clicassem em “curtir” e/ou twittassem uma mensagem automaticamente no painel deles, divulgando seu trabalho e seguindo você?

Pois hoje o post vai falar sobre uma nova forma de divulgação! Abra sua mente e deixe a tecnologia das mídias sociais fazer parte disso!

Cada dia mais as pessoas se adaptam a uma comunicação rápida e direta através dos microblogs e redes sociais. Nós da Mito estávamos atrás de uma tecnologia maior, melhor, que trouxesse uma interação verdadeira entre as pessoas que visitam as páginas do facebook, os donos dessas páginas e a rápida divulgação em massa no twitter.

Notamos que muitas vezes as pessoas fazem as Pages personalizadas, mas a divulgação é pequena, a visibilidade é menor. Então pensamos: como aumentar significativamente essa “visibilidade” e dar um novo sentido ao “curtir”?

A resposta para isso nós encontramos em parceria com a Engrenagem Coletiva juntando tudo o que há de informação, agilidade e um “aperitivo” para os leões! Ainda não entendeu???

Vamos explicar passo-a-passo nesse post como essa maravilhosa ferramenta funciona através de uma Fan Page que criamos para o Teatro Mágico. (você pode conferir clicando aqui!)

1 – CRIANDO A LANDING PAGE

Criamos todo o layout da page de acordo com a identidade visual da empresa ou do produto que será oferecido. No caso do Teatro Mágico, o propósito era o lançamento do novo single da banda juntamente com o clipe.

2 – NOVAS FUNCIONALIDADES PARA O “CURTIR”

Agora o botão curtir não é apenas uma forma de receber novidades e atualizações da página! Ele pode fornecer acesso a conteúdos exclusivos, tais como downloads, videos, textos, resenhas de livros, folhetos de desconto e uma infinidade de possibilidades para tornar ainda mais atrativa a visita a sua page.

Antes do visitante “curtir” sua página, todo o conteúdo ficará oculto e uma propaganda atrativa será o suficiente para que ele curta e divulgue! Após “curtir”, o conteúdo será disponibilizado. Veja as imagens abaixo.


Ao clicar em curtir, o download da música ficou disponível, juntamente com a visualização do clipe! Pronto, agora já possibilitamos mais 2 motivos que impulsionarão a divulgação da sua page. Mas não é somente isso!!!

3 – TWITTER: MILHARES DE PESSOAS EM APENAS UM TWEETE!

Prometemos uma forma eficiente e rápida, de maior duração e de grande abrangência, certo? Para isso, vamos utilizar o twitter.

Cada vez que o download da musica do Teatro Mágico é solicitado, um tweete é enviado através do Twitter da pessoa que clicou em “download” com a seguinte frase: “Estou assistindo ao clipe de #AmanhaSera de @OTeatroMagico, Assista e baixe a música você também aqui -> http://on.fb.me/nNVPA2

Ou seja: você divulga seu projeto, oferece uma espécie de “aperitivo” e, em troca, você é exposto à milhares de pessoas dentro e fora do Brasil!!!

Como dissemos no começo do post, as redes sociais e mídias de alta velocidade vem ganhando cada vez mais espaço como forma de marketing pessoal e de empresas, tornado-se mais eficiente que métodos como mala-direta, newsletter e spam!

O Teatro Mágico, 17 minutos após o lançamento do novo single, estava na 3ª posição dos TopTrends do Brasil e, alguns minutos depois, alcançou a primeira posição! O que significa isso? MILHARES, MILHARES E MILHARES de pessoas baixando e twittando o Teatro!

Agora me responta: E Você,  ainda prefere os spans??? 

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As dores e delicias de “designear”! – Quando o Job dá errado!!!

Boa tarde, criaturinhas!

Hoje o assunto é delicado. Sabe quando aquele imprevisto acontece? Quando você precisa explicar para o cliente que o trabalho vai ficar mais caro, que vai precisar de mais prazo, que o serviço x não vai poder ter o verniz extra fino ou qualquer coisa que derive de “não vai dar”? Pois é.

Hoje vamos tentar dar uma mãozinha nessa parte delicada e em como tentar contornar a impressão que deixa no cliente!

1- Mentir não é uma opção!!!

Mentir para o cliente é uma das piores ideias! Dizer para o cliente que o cachorro comeu os cartões dele na vai funcionar!

Uma mentira nunca vem sozinha e você precisará montar uma rede de mentiras para tentar manter a credibilidade do seu cliente, sendo assim, em algum momento a sua casa pode cair!

2- Tenha uma alternativa

Sempre que for dizer a algum cliente que algo não dará certo, traga uma solução. Parece coisa de empresa privada, mas realmente é algo válido. Se você simplesmente jogar para o cliente que existe um problema, a sensação que ele terá é de que você não se importa com o lado dele e que quer que ele resolva um problema seu. Principalmente se ele tiver pago o job adiantado!

Tenha em mente que um bom profissional não é apenas aquele que executa o trabalho. Muitas vezes, trazendo uma solução para o cliente, isso ameniza o problema em questão.

3- Não jogue a culpa para o cliente

Calma, calma, calma! Não estou dizendo que o cliente tem sempre razão e que você precisa assumir tudo! Não é isso! O que quero dizer é que, culpar alguém, você ou o cliente, não vai resolver o problema! Causará um desgaste imenso, discussões desnecessarias e, muitas vezes, o cliente irá preferir alguém que resolve e não alguém que procura culpados!

4- Se coloque no lugar do cliente e tenha tato!

Mesmo esquecendo disso muitas vezes, precisamos lembrar que também somos clientes! Se coloque no lugar dele e pense em como se sentiria diante daquela situação ou daquela solução.

Se foi amável na hora da reunião e de aceitar o job, precisa ser amável para comunicar os problemas e mais amável ainda para aceitar os protestos do cliente.

5- Ser cordial não significa aguentar tudo!

Obviamente existem clientes horríveis e malvados que vão gritar e xingar sua mãe. Você não precisa aguentar isso, cara criaturinha! Tudo tem seu limite, obvio! O cliente reclamar e protestar e questionar sobre sua conduta é válido, é o direito dele! Porém, xingar, gritar e ser mal educado não entra no pacote!!!

6- Devolver o dinheiro é uma opção!

Depois de toda a conversa, não havendo um entendimento, saiba que devolver o dinheiro é sim uma opção! Mas tenha em mente que talvez aquele cliente nunca mais volte e nunca recomende os seus serviços. Mesmo que o erro tenha sido por parte dele. Por isso, o ideal é que não gaste os ricos dinheirinhos ou os depósitos inciais antes de entregar o produto!

Parece absurdo, mas não é! Principalmente quando o job depende da interferência de terceiro, que é onde os maiores problemas podem acontecer.

Pois é, cara criaturinha! É muito difícil dizer “não dá” para um cliente, mas mais difícil ainda é ser pego em uma mentira! Imagina o carão? O ideal é que você não precise de nenhuma dessas dicas e que se cerque de todos os possíveis problemas, calcule as margens de erro, a margem de grana extra para que cubra uma eventual situação de risco, porém, como eu disse antes, imprevistos acontecem e é importante que você esteja preparado para lidar com eles!

=D

As dores e delicias de “designear”! – O Cliente!

Bom dia, Criaturinhas!

Essa semana me deparei com um dilema sobre clientes. Acredito que todo profissional, seja designer ou não, encontra certa dificuldade em lidar com clientes. Principalmente quando estamos em começo de carreira.

Insegurança, nervosismo e, até mesmo, excesso de autoconfiança, são coisas que podem estremecer sua relação com o cliente. Fora a nossa terrível imaginação que faz com que caricaturemos o ser.

Pensando em tirar o estigma que a palavra “cliente” carrega e jogar a realidade nas mãos de vocês, preparei alguns tópicos que vale a pena você ter em mente antes de uma reunião ou de um contato profissional.

O cliente não é seu inimigo

Alguns designers dizem por ai que é necessário encarar o cliente como um rival para que consigamos atender as expectativas do mesmo. Não gosto dessa técnica. Criar uma boa relação e uma empatia entre você e o seu cliente é algo imprescindível! Se você vai para uma reunião com a mente de que o cara é um monstro, que é chato e que tudo o que ele pedir vai gerar mil e uma alterações e trabalho, esqueça! O clima ficará ruim, vocês terão problemas de comunicação, fora que, se você encarar todos os desafios como uma amolação, fica difícil estabelecer uma relação de confiança com seu cliente.

Tira a armadura, deixa a bazuca em casa e vá com o coração aberto. Além da carteira, o cliente possui contatos! E isso, meus queridos, muitas vezes você conquista mesmo sem conseguir o job.

Simpatia e carisma não faz mal a ninguém!

Descontos e Parcelamentos:  E agora?

Imagine a seguinte situação:

Você vai para a reunião com um possível cliente. Conversa vai, conversa vem, o projeto do cara é sensacional, vai render uma grana bacana, o cliente é simpático e você acredita que não terá muita dor de cabeça em realizar o trabalho. Tudo lindo até a hora do “vamos falar de valores!”.

Você constata que o seu trabalho ficará em R$500,00. O cliente não tem a verba disponível, pede que você abaixe o valor, um “descontinho camarada”, ele só pode pagar R$400,00. Você pensa e analisa a quantidade de trabalho, o valor que está cobrando e vê que é justo, já está com um preço legal e tal. Não irá compensar o desconto. Como fazer?

Cara Criaturinha, dizer não é saudável. Pode ser que você perca o cliente por causa de R$100,00. Mas pense, se os R$100,00 vai fazer diferença no bolso dele, porque não faria no seu? Alguns dizem, antes 400 do que nada. Eu digo, negocie.

Talvez vocês consigam chegar em um valor intermediário, que não seja sacrificante para você e que atenda a expectativa dele. Somos seres humanos e dotados do dom da fala! Use-a! Mas se realmente não estiver ao seu alcance reduzir o valor e o cliente realmente não quiser os seus serviços, não se culpe. Ele tem todo o direito de procurar algo dentro da condição financeira dele! Lembre-se, você também é cliente e sabe que o preço também é relevante! Outra, antes não pegar o job, do que fazer o serviço por um preço abaixo da sua expectativa e acabar com má vontade. Além do cliente ficar insatisfeito com o resultado final, você trabalhará horas com preguiça da coisa. Não compensa o desgaste para ambos.

Sugira um parcelamento. Existem sites que são seguros e fazem isso para você! A Mito Utiliza o PagSeguro. Rápido, fácil e indolor. Veja nosso post PagSeguro – Contra o Calote do Pagamento a Prazo e entenda como funciona.

Saiba dizer e ouvir “Não”! Seja Sincero!

Sinceridade é bom e todo mundo gosta! Principalmente seu cliente. Não ofereça produtos e facilidades que você não tem apenas para conquistar o job! Depois você ficará enrolado! Tente explicar seu trabalho com o máximo de clareza e, se não for isso que o seu cliente deseja, agradeça o contato e mantenha uma porta aberta. Se puder indicar alguém, ótimo! Mas cuidado com indicações! Só indique se você tiver certeza que for alguém bom. Indicar o carinha do boteco que disse que faz web, mas que você nunca viu o trabalho, é fria!

Ser designer não é ser um “faz tudo”. Cada um tem sua especialidade, suas facilidades e maiores domínios. Assim como um orçamento não significa um job fechado!

O cliente pode estar realmente interessado no seu trabalho, marcar a reunião, mas o custo é inacessível ou não é exatamente o perfil que ele precisa. Não pregue o coitado na cruz! Ele tem todo direito de não aprovar seu trabalho, assim com você tem todo direito de recusar o job!

Não Seja Ganancioso! O que vai pode voltar!

Não pegue o que não da conta! Acredite, prazo e importante para a imagem de qualquer designer, principalmente se você for freelancer!

Não caia na onda de “é só inventar uma desculpa que está de boa!”. Isso queima seu filme e acaba com a paciência do cliente! Fora que um atraso implica no atraso de toda a grade. Peça prazos com folga, margens de segurança. Antes entregar antecipado do que atrasado, certo? Outra dica é manter sua grade atualizada e ao alcance.

Consulte ela antes de pegar um job e agendar. Não adianta pegar 20 trabalhos que demoram 5 dias cada, e prometer todos em 5 dias. Clientes pedem alterações, imprevistos acontecem, enfim! Seja sensato. Se necessário, divida com os amigos. Um cliente que reconhece sua honestidade, provavelmente voltará em uma hora mais oportuna ou negociará um prazo mais flexível com você!

 

O grande conselho:

Respeite seus limites e respeite os limites do seu cliente! Seja simpático até quando for falar não, afinal, educação é algo que primordial!

=D

As dores e delicias de “designear”! – O salário!

Boa noite, criaturinhas mitológicas!

Depois de algum tempo sem novos posts, voltei com uma coisa que vi de forma unânime nos blogs de dicas para designers. Em muitos dos primeiros passos e dicas do que é ser um designer vêm acompanhado de tópicos como:

  • Onde encontrar freelas
  • Como cobrar
  • Seu portifólio
  • Apresentação
  • Criatividade
  • Seus clientes

Entre outros…

Mas acredito que a resposta para esses temas acabaram se tornando “universal”. Claro que algumas dessas perguntas terão respostas bem genéricas como “quanto cobrar”, mas acredito que nós da Mito podemos dar uma mãozinha mais pessoal nessas questões!

Quanto se ganha?A pergunta que não quer calar: GANHA-SE BEM?

Quando estava na faculdade, acreditava que essa profissão futuristica iria me possibilitar trabalhar lindamente de all star, jeans e trazer muitos dinheiros no bolso!

Massss… Quantos dinheiros??? Vou enriquecer???

Caro amigo aspirante a designer milionário… A resposta para isso é sim e não. Graças a Deus,  Design Gráfico é uma area ampla! Emprego é uma coisa que praticamente não falta no mercado! Porém, se tratarmos de salário, a coisa pode mudar um pouco de forma. O seu salário vai variar muito dependendo de qual segmento você trabalhar, de qual a sua formação, quais os cursos complementares, qual a sua disponibilidade, se você realmente tem talento, sua experiência e (como em todas as áreas) uma indicação muito boa ou sorte!

Costumo brincar com as pessoas que me perguntam sobre isso falando que é uma profissão de meia idade. Porque? Porque se valoriza muito sua experiência! Tanto quanto o talento e a criatividade.

MAS NÃO SE DESESPERE!!!

Essas eram as dores! Agora trazemos as delicias!

Essa é uma profissão que te dá mobilidade social! Você não precisa ficar restrito a uma agência ou a uma empresa padrão. Você pode trabalhar tanto com baladas como em hospitais! E isso, poucas profissões irão te proporcionar!

Outra coisa que vale a pena considerar: trabalhar em casa. É uma das melhores áreas para home office, autônomos e afins. Você vai fazer seu preço, seu horário, sem chefes, etc! Fora que te ajuda a conhecer muita gente! Gente de toooooodo tipo! E se você for uma criaturinha cheia de contatos, cara, você estará no céu! Todas as profissões que lidam com algum tipo de venda acaba demandando uma parte considerável de carisma, e se você já tiver isso, metade do cliente você já conquistou!

MAS QUANTO SE GANHA???

Bom, a profissão ainda não é regulamentada. O que isso significa? Que não é necessário fazer uma faculdade para ser Designer. Isso é ruim para algumas pessoas e ótimo para outras. Mas isso ficará para um outro post! No nú e cru financeiro, significa que ainda não temos um piso nem um teto salarial. Sendo assim, as empresas podem pagar quanto quiserem.

Aqui em Belo Horizonte, um designer com bom conhecimento em CorelDraw e Photoshop, por exemplo, ganha uma faixa de R$ 700,00 para trabalhar periodo integral.

Para quem tem um conhecimento mais avançado, pacote Adobe (Illustrator, Photoshop, Indesign), CorelDraw e uma experiência bacana consegue tirar uns R$1500,00.

Claro, gente… isso é uma média. Pegando como referência as vagas que tenho visto por ai.

Quando comecei a trabalhar na área, no primeiro periódo da facul (a 5 anos atrás), ganhava R$500,00 para trabalhar periodo integral, 6 dias por semana, em uma loja que trabalha com estampas de camisetas e uniformes. Você deve estar pensando: putzzz, que exploração! Mas depois, o aprendizado que tive lá realmente compensou muito! Fora que meu contato com o cliente era direto.

ENTÃO…

Minha dica é: defina seu propósito, suas metas e escolha o caminho mais curto e/ou o mais prazeroso para sua ascenção profissional! E se não for esse, mude! Você está num campo versátil, amigo! Aproveite!

[Diagramação] A Importância do Grid

Depois que fizemos o catálogo da Unilever desejei compartilhar meu carinho pelo grid aqui no blog. Eu poderia falar muitas coisas sobre o assunto, mas para não gastar tudo de uma vez, escolhi começar pelo começo. Você sabe para que serve o grid? Descubra agora!


Grid? Pra que serve isso?

Sabemos que a arte da diagramação é, no geral, quase matemática. Não se diagrama uma página dispondo os elementos de forma aleatória. Em uma estante, as prateleiras ajudam a separar os livros, para que eles não pareçam amontoados e tenham um mínimo de harmonia visual. Do mesmo modo, se é preciso organizar as informações e as imagens em um determinado espaço é necessário ter parâmetros e referências para essa organização.

Na editoração eletrônica, ou diagramação, quando vamos organizar os elementos em uma ou várias páginas, utilizamos o grid, a “prateleira” do nosso trabalho. Ele é dividido em linhas e colunas que irão servir de referência para a utilização do espaço de forma a facilitar o trabalho de diagramação e possibilitar combinações e composições de elementos, deixando cada página organizada e mantendo a unidade visual do projeto gráfico.

Socoooorro! Olha o grid ali!

Primeiro: O grid não é um monstro. Segundo: ele é seu amigo! Você sabia que definir um grid te ajuda a não cair nas garras da página em branco? Agora que vocês já foram apresentados é preciso te ensinar mais uma coisa. O grid não é seu chefe. Ele é seu assistente. Ele vai estar lá quando você tiver dúvidas sobre onde colocar uma imagem, sobre como distribuir os blocos de texto. Ele é flexível! Ele não diz: “olha, amigo diagramador, você só pode colocar imagens nesse espaço aqui, viu?”, ele apenas te sugere: “é melhor você não colar esse texto naquele, porque vai ficar ilegível. As pessoas precisam de áreas de descanso, porque os olhos entendem muita informação colada como se fosse um monte de lixo.”.

Ou seja, o grid vai te mostrar as milhares de possibilidades e combinações possíveis de composição de uma página sem que o seu livro, revista, folder ou outro produto pareça um Frankenstein. É como os filhos de uma mesma família: Você reconhece que eles são irmãos, que têm o mesmo material genético, mas cada página pode ter a sua personalidade, o seu caráter, a sua roupa e seus atributos físicos.

Devemos entender o grid, portanto, não como limitação, mas como um guia. Um prédio pode ter vários andares, mas a cobertura é sempre diferenciada, os andares inferiores podem ter varandas… Ainda assim, cada morador mobilia e decora seu apartamento de acordo com o seu bom (ou mau) gosto. Se o grid te oferece a estrutura de uma organização funcional é a sua criatividade o que vai tornar cada bloco de informações interessante e atrativo. O leitor quer explorar cada página com os olhos como se estivesse vendo uma paisagem única. Lembre-se disto!

Tá… Mas como eu configuro um grid?

Para aprender a fazer bem feito é preciso observar e entender como e por quê as coisas são feitas. Você consegue identificar o grid utilizado em uma página ou publicação?

Enquanto não ensinamos a configurar um grid no InDesign CS5, aproveite para fixar os conhecimentos adquiridos. Veja as apresentações do slideshare, analise as páginas de revistas, livros, encartes e publicações e tente identificar como o grid foi utilizado. Isto vai ser de grande utilidade para que você, antes de configurar um grid, saiba qual é o tipo de grid que se adéqua melhor a cada projeto gráfico.

Cartaz – E agora?

É comum aparecer uma maré de interrogações na cabeça quando vamos fazer um cartaz. Muita informação, muita imagem, pouco espaço… e agora?

Algumas dicas podem ajudar a resolver:

Cartazes quase nunca serão minimalistas… Exceto cartazes de filme, que geralmente agrupam grande quantidade de informação em letras pequenas na base da arte… veja bem: GERALMENTE! (lembre-se: Inovar é preciso e necessário, desde que racionalmente!)

Selecionando as informações principais

Embora o cartaz ao lado tenha uma quantidade média de informações, ainda assim costuma ser difícil conciliar a disposição delas, dando o devido valor as mais importantes.

Primeiro pese o que precisa ter maior destaque:

Nome do evento, empresa que está realizando o evento, data, banda, artista ou atração principal.

Essas informações aparecerão em destaque, juntamente com as imagens que ligam a ela. No caso do nosso cartaz, o foco era a banda Claro Enigma. Escolhemos centralizar a foto da banda no cartaz e diagramar os outros elementos ao redor.

Informações secundárias

Informações secundárias são aquelas que vem em menor destaque, menor tamanho e em cores um pouco mais chamativas para, mesmo sendo menores, atraírem a atenção do leitor.

Seriam elas outras bandas ou eventos (no nosso caso, o DJ), promoções, valores, informações especificas e que são necessárias.

Essas informações, geralmente, aparecem na parte inferior do cartaz, em tamanho menor e fontes mais sólidas.

Outras informações

Textos como Postos de vendas, apoio, patrocinadores, aparecem com menor destaque. São praticamente dados fixos, que precisam constar e que não precisam funcionar como “chamariz”. São notícias que se vendem por si só, que serão de interesse do leitor. Alguns clientes te pedirão para colocar o apoio ou patrocinador em maior destaque, mas isso varia de acordo da participação do mesmo no evento, se é expressiva ou nem tanto… se é um apoio extremamente importante ou exigente.

Suas Informações pessoais

Agora vem as menores letras do cartaz. Não que não tenham importância, mas que serão procuradas apenas pelas pessoas que realmente procuram aquela informação. Isso não quer dizer que em um cartaz A2 você irá colocar uma letra Arial 3pt para o nome e os dados da agencia de eventos! Lembre-se: Bom senso é algo fundamental!

Uma dica é não passar do tamanho 24. O que irá mandar na fonte é o tamanho do cartaz.

Não se esqueça de se promover! Colocar sua logomarca e seu contato é importante… É uma forma de fazer o seu merchan e divulgar seu trabalho! Mas é claro que você não colocará seus dados maior do que os do seu cliente, né?!?!

Não se assuste se encontrar clientes que falem “o que é isso???” quando lerem o seu humilde numerozinho ao lado da arte! Existem sim clientes assim…

A Impressão…

O ultimo e que, na grande maioria das vezes, gera muitas dores de cabeça para o designer e o cliente é a impressão. Escolha uma gráfica de qualidade. Não adianta escolher a que tem o “precinho camarada” e a qualidade sai meia boca. Isso vale também para os nossos senhores clientes!

O preço nem sempre é o diferencial, caros amigos!

Você é o que você vende! Se você paga pouco por um material bem feito é perfeito! Porém, abrir mão da qualidade em função do preço (que geralmente tem pequena diferença) é abrir mão do seu cliente!

Outras informações

Evite fazer cartazes com gramatura menor que 120 gr. Gramaturas menores dificultaram o manusei e terão uma durabilidade muito menor.

Evite usar fontes serifadas. Elas dificultam a leitura rápida.

Use cores! Elas são válidas e vão te ajudar a dividir e qualificar as informações! Mas com bom senso, ok?

É sempre válido consultar outros cartazes. Não estou incentivando a cópia, mas acredito que todos os designers que se prezam tem uma bagagem visual boa!

No mais é isso! Mais duvidas: mitofreela@gmail.com!

Cartão de Visitas – Brigadista

Uma duvida muito comum para quem está iniciando no mundo das Artes Gráficas é como fazer o tão temido efeito de profundidade e volume!

Existem N formas de fazê-lo, mas, ao meu ver, a mais simples e que pesa menos é usando Bitmap.
Note que no cartão abaixo, a magueira, a lamina do machado e a tocha possuem esse efeito.

Como criar efeitos de profundidade rapidamente e com qualidade.

1- Depois de vetorizar a imagem,  faça uma linha acompanhando o silueta de onde houver a profundidade. Eu prefiro pegar a parte mais escura para trabalhar o volume, pois geralmente é a parte menos predominante.

2- Coloque a espessura da linha de acordo com a espessura da profundidade.

3- Depois de acertar a cor, converta em Bitmap.

4- Vá até o menu Bitmaps>Desfocar>Desfocagem Gaussiana.

5- Vai aparecer um pop-up na tela para que você controle o aumente a desfocagem. Movimente a seta ou acrescente os valores e clique em visualizar. Acompanhe o resultado e escolha o que se adequar melhor a sua imagem. No meu caso, o raio ficou em torno de 15 pt. Cada parte será distinta, claro… uma vez que cada caso é um caso!

6- Depois, basta colocar as desfocagens em power clip.

OBS: no caso da tocha, foi necessario criar uma forma geométrica para conseguir o efeito desejado. Foi criado uma forma similar a um trapézio e depois feito o procedimento acima, aplicando a forma desfocada dentro do trapézio.