Sobre Paola Giovana

Sou catalisadora, capricorniana e artista. Faço o que gosto: crio. Acredito que vá gostar. Sei que ao menos não ficará imune. Minhas armas são irresistíveis: cinema, design, música e literatura.

Production Design – Relações entre Design e Cinema

“O trabalho do Production Designer, no Cinema, também assemelha-se bastante ao trabalho dos designers que exercem a função de Diretores de Criação ou Diretores de Arte nas agências de Comunicação e Publicidade.”

Solaris - Production Design

Eu ainda fazia Cinema na faculdade quando comecei o curso de Design Gráfico. Desde que a oportunidade de estudar design surgiu na minha vida não pude evitar relacionar o que já havia aprendido em cinema com o novo campo de estudo. Mais tarde descobri que já havia relações bem próximas entre estas artes visuais. Se você trabalha com design mas quer se aventurar no cinema, a função mais interessante a assumir em uma equipe talvez seja a de Production Designer.

Que tal saber um pouco mais sobre o assunto?

Production Design – Relações entre Design e Cinema

O cinema, como meio de comunicação inserido em um contexto de produção industrial, demanda uma equipe de profissionais especializados em determinadas áreas ou funções. O trabalho conjunto desta equipe é o que torna possível, portanto, a realização de um filme. Na variedade de funções existentes em uma equipe cinematográfica, a atuação do Production Designer se destaca, ao tornar cada filme uma obra única em seu aspecto visual.

Responsável por toda a concepção visual este profissional trabalha diretamente com a Direção de Arte e a Direção de Fotografia, de modo a alcançar a materialização mais próxima da criatividade do Diretor nas imagens.

No Brasil, as funções do Production Design geralmente são exercidas por Diretores de Fotografia ou por Diretores de Arte, sem que os mesmos recebam reconhecimento como Production Designers. Porém, a existência de um profissional contratado especificamente para esta função contribui enormemente para garantir uma unidade visual e estética à obra, já que ele é capaz de relacionar e supervisionar as equipes de Fotografia e Arte, convergindo suas ações para uma direção visual única.

O trabalho do Production Designer, no Cinema, também assemelha-se bastante ao trabalho dos designers que exercem a função de Diretores de Criação ou Diretores de Arte nas agências de Comunicação e Publicidade. Além de preocupar-se com a unidade visual e com o conceito que deverá transparecer através das imagens, estes profissionais determinam paletas de cores, iluminação, entre outros elementos que darão uma característica exclusiva ao filmes, como os tipos usados nos títulos e créditos e até mesmo as imagens de abertura.

Outros pontos em comum entre estas funções são a delegação e supervisão de tarefas práticas às respectivas equipes subordinadas. Enquanto o Production Designer cria a concepção visual de um filme, as equipes de Fotografia e Arte trabalham para criar cenários, figurinos, selecionar locações e iluminações que estejam de acordo com a concepção criada por este profissional. Ele deve verificar se o conjunto dos trabalhos destas equipes está sintonizado com a proposta visual e estética que ele criou, acompanhar o desenvolvimento destes trabalhos e corrigir o que estiver destoante do projeto.

Assim como um Designer Gráfico, o Production Designer planeja, organiza, delega e/ou executa tarefas de modo a passar mais claramente possível um conceito através de imagens. As habilidades necessárias a estes profissionais são, portanto, muito parecidas, o que torna mais fácil a transição de uma profissão para a outra, com pequenas atualizações e adaptações para os respectivos meios de atuação.

Você, designer mitológico, já pensou em trabalhar no cinema? O que mais você acredita que um designer pode fazer num filme?

Para aproveitar o assunto, segue o link de um site em inglês com aberturas muito fodas de filmes: http://www.artofthetitle.com/
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PagSeguro – Contra o Calote do Pagamento a Prazo

Olá criaturas mitológicas! Como vocês sabem, trabalhar como freelancer é ter criatividade constante e um jogo de cintura incrível. Esta semana um cliente me perguntou sobre as nossas formas de pagamento e sobre parcelamento. Confesso que na hora não soube explicar direito sobre as vantagens do serviço que utilizamos, que é vinculado ao UOL. Mas agora tenho todas as informações que eu, você e os nossos clientes precisam!

Se rola um pavor só de pensar em parcelar o pagamento daquele trabalho que te custou a noite de sono porque era pra ontem ou se você tem medo de o cliente desaparecer e você receber apenas a entrada do parcelamento em 10 vezes, você também precisa conhecer o PagSeguro!

As vantagens de se usar o PagSeguro:

Para você:

  • Independente da quantidade de parcelas, você recebe o pagamento à vista, em cerca de 14 dias, do próprio PagSeguro, que assume inclusive os riscos do não pagamento, não te deixando na mão.
  • Você não paga taxas mensais, ou anuais, é descontada uma porcentagem no valor de cada pagamento recebido, de acordo com seu tipo de conta e com o volume de vendas.
  • Não precisa ter registro de pessoa jurídica

Para o cliente:

  • Ele só preenche o cadastro uma vez no PagSeguro, e não precisa preencher milhões de cadastros para cada loja virtual em que comprar ou a cada pagamento que efetuar
  • Os dados ficam protegidos e não são enviados ao vendedor
  • Ele pode pedir a devolução do dinheiro, caso comprove o não recebimento do produto ou serviço
  • Proteção contra fraudes
  • Aceita todas as bandeiras de cartões de crédito
  • Parcela em até 18x

Como eu não consegui incorporar a visualização do Issu aqui no WordPress, segue o link para uma apresentação para você convencer o seu cliente a utilizar o PagSeguro e todo mundo ser feliz: http://issuu.com/RodrigoAndrade7/docs/pag_seguro

Caso o seu cliente tenha dificuldades em compreender o que você fala (afinal, o seu forte são as imagens e não as palavras), o vídeo abaixo pode ser a solução!

Se você sabe mais das vantagens de usar o PagSeguro ou deseja falar da sua experiência com o serviço, deixe um comentário! Vale falar das desvantagens também. 😉

PROMOÇÕES IMPERDÍVEIS!

Nota

Boa tarde, Pessoas!

Pensamos em uma forma de atingir diferentes públicos e ter uma interação maior com vocês através do Blog e da nossa página no Facebook. E como vamos fazer isso? Da forma que o brasileiro adora!!! Promoções!!!
Quinzenalmente divulgaremos duas promoções diferentes. Uma aqui, e outra no Face. Divulgaremos também as duas através do Twitter. Por isso, fique ligado, pois o que sua empresa precisa, pode estar em nossas promoções!
As promoções não serão cumulativas para a próxima quinzena, e cada cliente só terá direito a compra de um dos itens promocionais.
Mas não se preocupe que está tudo no nosso Regulamento, para que nao exista sofrimento e dor quanto as regras e a idoneidade do projeto!

[Diagramação] A Importância do Grid

Depois que fizemos o catálogo da Unilever desejei compartilhar meu carinho pelo grid aqui no blog. Eu poderia falar muitas coisas sobre o assunto, mas para não gastar tudo de uma vez, escolhi começar pelo começo. Você sabe para que serve o grid? Descubra agora!


Grid? Pra que serve isso?

Sabemos que a arte da diagramação é, no geral, quase matemática. Não se diagrama uma página dispondo os elementos de forma aleatória. Em uma estante, as prateleiras ajudam a separar os livros, para que eles não pareçam amontoados e tenham um mínimo de harmonia visual. Do mesmo modo, se é preciso organizar as informações e as imagens em um determinado espaço é necessário ter parâmetros e referências para essa organização.

Na editoração eletrônica, ou diagramação, quando vamos organizar os elementos em uma ou várias páginas, utilizamos o grid, a “prateleira” do nosso trabalho. Ele é dividido em linhas e colunas que irão servir de referência para a utilização do espaço de forma a facilitar o trabalho de diagramação e possibilitar combinações e composições de elementos, deixando cada página organizada e mantendo a unidade visual do projeto gráfico.

Socoooorro! Olha o grid ali!

Primeiro: O grid não é um monstro. Segundo: ele é seu amigo! Você sabia que definir um grid te ajuda a não cair nas garras da página em branco? Agora que vocês já foram apresentados é preciso te ensinar mais uma coisa. O grid não é seu chefe. Ele é seu assistente. Ele vai estar lá quando você tiver dúvidas sobre onde colocar uma imagem, sobre como distribuir os blocos de texto. Ele é flexível! Ele não diz: “olha, amigo diagramador, você só pode colocar imagens nesse espaço aqui, viu?”, ele apenas te sugere: “é melhor você não colar esse texto naquele, porque vai ficar ilegível. As pessoas precisam de áreas de descanso, porque os olhos entendem muita informação colada como se fosse um monte de lixo.”.

Ou seja, o grid vai te mostrar as milhares de possibilidades e combinações possíveis de composição de uma página sem que o seu livro, revista, folder ou outro produto pareça um Frankenstein. É como os filhos de uma mesma família: Você reconhece que eles são irmãos, que têm o mesmo material genético, mas cada página pode ter a sua personalidade, o seu caráter, a sua roupa e seus atributos físicos.

Devemos entender o grid, portanto, não como limitação, mas como um guia. Um prédio pode ter vários andares, mas a cobertura é sempre diferenciada, os andares inferiores podem ter varandas… Ainda assim, cada morador mobilia e decora seu apartamento de acordo com o seu bom (ou mau) gosto. Se o grid te oferece a estrutura de uma organização funcional é a sua criatividade o que vai tornar cada bloco de informações interessante e atrativo. O leitor quer explorar cada página com os olhos como se estivesse vendo uma paisagem única. Lembre-se disto!

Tá… Mas como eu configuro um grid?

Para aprender a fazer bem feito é preciso observar e entender como e por quê as coisas são feitas. Você consegue identificar o grid utilizado em uma página ou publicação?

Enquanto não ensinamos a configurar um grid no InDesign CS5, aproveite para fixar os conhecimentos adquiridos. Veja as apresentações do slideshare, analise as páginas de revistas, livros, encartes e publicações e tente identificar como o grid foi utilizado. Isto vai ser de grande utilidade para que você, antes de configurar um grid, saiba qual é o tipo de grid que se adéqua melhor a cada projeto gráfico.

Conceito

Minha querida sócia e parceira da Mito Freelance, a Marianna, tem deixado dicas bem interessantes aqui no blog. Ela tem um conhecimento e experiência grandes na área e muitas informações práticas para dividir com vocês. Eu, como sou mais teórica, devo falar um pouco mais sobre processos, métodos, estruturas e fontes para aprofundar seus conhecimentos.

Algo muito importante para a criação de determinadas peças, como logotipos, projetos gráficos, identidade visual e campanhas publicitárias é o conceito. Este é o tema de hoje. O conceito é aquela idéia que vai sintetizar todas as sensações, impressões, estilo, aparência e finalidade de uma comunicação. A partir de um conceito podemos criar peças complexas com a certeza de que iremos satisfazer a grande parte das expectativas do cliente com a criação.

Determinar um conceito não é tarefa fácil. É preciso intuição, perspicácia, bagagem cultural e visual, além de entender o objetivo do cliente com o que ele te pede para criar. Depois de fazer um briefing, pesquisar a concorrência e o público alvo da empresa ou pessoa que solicita o serviço é interessante des-organizar as idéias na sua cabeça, até chegar em uma palavra ou frase que resuma as coisas mais importantes a serem comunicadas, bem como a forma que estas coisas devem tomar. Para isto você pode usar alguma ferramenta de mapas mentais, como o XMind, por exemplo, que é gratuito e ainda pode ser aproveitado para se planejar a estrutura ou o mapa de um site.

O processo é simples: escreva toda e qualquer palavra chave ou informação relevante que vier à sua cabeça quando pensa sobre o trabalho a ser feito. Depois, tente resumir tudo aquilo na palavra chave mais importante, que condensa a maioria das outras coisas pensadas. Este, provavelmente, é o conceito. Quando estiver criando a arte, se tiver dúvidas sobre usar ou não determinada cor, imagem, ou fonte, volte ao conceito e veja se o elemento combina ou se encaixa nele. Não tem nada a ver? Mude. Escolha outra fonte, troque as cores, analise a peça como um todo e pense novamente no conceito. Tudo certinho? Apresente ao seu cliente e fique feliz, pois ele vai pedir pouquíssimas alterações (com exceção dos clientes indecisos e mais exigentes, que podem pedir diversas alterações, mesmo quando você tem plena certeza que a arte está perfeita e funcional).